sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Antipsiquiatria

O termo antipsiquiatria passou a ser usado na década de sessenta para designar uma corrente doutrinária na área de saúde mental que tinha por característica principal contestar a validade da Ciência Médica para resolver os problemas de psiquiatria. 

Seus conceitos propagaram-se para áreas afins, no bojo dos movimentos de protesto das conturbadas décadas de 60 e 70, que julgam não existir doenças mentais e que a nosologia médica psiquiátrica não passa de um conjunto de rótulos, apregoando o fechamento dos estabelecimentos médicos psiquiátricos.  Roudinesco [1], em seu Dicionário de Psicanálise, fornece a seguinte definição: 

Embora o termo antipsiquiatria tenha sido inventado por David Cooper num contexto muito preciso, ele serviu para designar um movimento político radical de contestação do saber psiquiátrico [grifo nosso], desenvolvido entre 1955 e 1975 na maioria dos grandes países em que se haviam implantado a psiquiatria e a psicanálise [grifo nosso]: na Grã-Bretanha, com Ronald Laing e David Cooper; na Itália, com Franco Basaglia; e no Estados Unidos, com com as comunidades terapêuticas, os trabalhos de Thomas Szasz e a Escola de Palo alto de Gregory Bateson. (...) Como utopia, a explosão da antipsiquiatria foi radical, e Cooper sublinhou isso ao discursar em Londres, na tribuna do congresso mundial de 1967, o qual almejava inscrever a antipsiquiatria no quadro de ummovimento geral de libertação dos povos oprimidos [grifo nosso] (...) Cooper prestou uma vibrante homenagem aos participantes da comuna de 1871, que haviam atirado nos relógios para acabar com “o tempo dos outros, o dos opressores, e assim reinventar seu próprio tempo” [observe a orientação política anarquista]. 

Antipsiquiatria é uma ideologia perniciosa, de inspiração anarquista. É formada pela confluência de várias correntes de pensamento que dominaram a sociedade ocidental a partir do final do Século XIX e parece que se adentrará, infelizmente, pelo XXI.


::Vídeo::
Minuto: 6:16

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Recente hiato do aquecimento global ligado ao resfriamento da superfície do Pacífico equatorial

Yu Kosaka e Shiang-Ping Xie, do Instituto Scripps, da Califórnia, na "Nature" fala sobre o resfriamento do pacífico, que segundo eles explicaria porque as temperaturas pararam de subir há 15 anos.

[tradução google] 


Apesar do contínuo aumento das concentrações atmosféricas de gases de efeito estufa, a temperatura global anual-média não aumentou no século XXI, 1, 2, desafiando a visão predominante de que força antropogênica causas aquecimento climático. 

Foram propostos vários mecanismos para este hiato no aquecimento global 3, 4, 5, 6, mas a sua importância relativa não foi quantificado, dificultando as estimativas de observação de sensibilidade climática. Aqui nós mostramos que representando recente resfriamento do Pacífico equatorial oriental simulações climáticas reconcilia e observações. 

Nós apresentamos um novo método de descobrir mecanismos para mudança de temperatura global, ao prescrever, além de forçamento radiativo, a história observado da temperatura da superfície do mar sobre o centro para o leste tropical do Pacífico em um modelo climático. 

Embora a temperatura da superfície da prescrição está limitado a apenas 8,2% da superfície global, o nosso modelo reproduz a temperatura global média anual-notavelmente bem com o coeficiente de correlação r = 0,97 para 1970-2012 (que inclui o hiato de corrente e de um período de aquecimento global acelerado ).

 Além disso, nossa simulação captura principais características sazonais e regionais do hiato, incluindo a intensificação da circulação de Walker, o resfriamento de inverno no noroeste da América do Norte e da seca prolongada no sul dos EUA. Nossos resultados mostram que o hiato atual é parte da variabilidade natural do clima, ligada especificamente a um La-Niña como da década de refrigeração. Embora os eventos hiato decadais semelhantes podem ocorrer no futuro, a tendência de aquecimento multi-decadal é muito provável que continue com o aumento do gás de efeito estufa.



sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Ártico se Recupera



A superfície gelada do Ártico, que como é rotineiro nos últimos anos vinha se encolhendo no verão, em 21 de agosto 2013 atingiu uma superfície 60% maior que na mesma data do ano passado.

A superfície do gelo atingiu nessa data 2,25 milhões de milhas quadradas (5,83 milhões de quilômetros quadrados). Em 16 de setembro de 2012 ela alcançou o mínimo absoluto do ano, com 1,67 milhão de milhas quadradas (4,34 milhões de quilômetros quadrados) segundo os dados satelitais publicados pela NASA.

A maior expansão da camada de gelo do Polo Norte já registrada foi em 1996, quando o gelo cobria 3,16 milhões de milhas quadradas (8,2 milhões de quilômetros quadrados).

No Polo Norte não há terra embaixo do gelo – como acontece no Polo Sul –, e a superfície gelada forma uma casca de cinco metros de profundidade média – 200 metros nos locais mais densos. Por isso é muito sensível a ligeiras modificações e sua superfície muda muito de ano em ano. Na Antártida, por exemplo, a camada de gelo atinge por vezes 4.000 metros sobre a terra!

Submarinos americanos em missão científica têm emergido no próprio Polo Norte, quebrando essa casca relativamente frágil.

Silenciado pela imprensa, o crescimento cíclico do gelo antártico
é mais importante que o derretimento cíclico do Ártico
De muito maior envergadura é o que está acontecendo com o gelo da Antártida, no Polo Sul. Ele está no auge de seu ciclo de crescimento e provavelmente chegará à maior extensão já mensurada: 7,45 milhões de milhas quadradas (19,3 milhões de quilômetros quadrados) em 21/08/2013, segundo a mesma NASA.

O fenômeno obedece a fatores peculiares e envolve volumes de água muitíssimo superiores, mas como atrapalha o terrorismo midiático, é pouco ou nada noticiado pela mídia.

O ciclo de crescimento e decrescimento da superfície gelada do Ártico vem sendo acompanhado há muito. Existe hoje farta documentação científica e histórica sobre essas mudanças cíclicas. 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Eminentes professores fazem a apologia científica do CO2



Harrison Hagan 'Jack' Schmitt: 'difícil fazer
a lista completa de todos os benefícios trazidos pelo CO2'

O CO2 é um composto químico que está na base do ciclo da vida na Terra e que foi demonizado sem fundamento algum como sendo o culpado pelo aumento da temperatura global.

É o que defenderam Harrison H. Schmitt, professor de Engenharia na Universidade Wisconsin-Madison, ex-astronauta da Apollo 17 e ex-senador nacional pelo estado de New Mexico, e o Dr. William Happer, professor de Física da Universidade de Princeton, ex-diretor da equipe de Pesquisas em Energia do Departamento de Energia dos EUA.

Estas celebridades da ciência escreveram um artigo-manifesto no 
“The Wall Street Journal” denunciando essa incompreensível demonização. 

De fato, segundo eles, a “demonização obsessiva” de um gás natural essencial para a atmosfera gerou a falsa percepção de que o CO2 é um poluidor perigoso.

Mas isso absolutamente não é assim, o contrário que é verdadeiro: o aumento do CO2 na atmosfera beneficiará a população com incremento da produtividade agrícola.

Os autores acrescentam que a constatação de que não houve aumento global da temperatura evidencia o quanto eram exageradas as previsões da NASA e de outras entidades apoiadas em modelos computacionais errados.

Também mostraram quanto era pequena a relação entre o CO2 e as mudanças da temperatura.

As variações na temperatura global estão muito mais ligadas à atividade solar e aos fenômenos nos oceanos.

Não há a menor evidência de que o CO2 tenha causado “climas extremos” – escrevem Schmitt e Happer.

Os atuais níveis de CO2 na atmosfera se aproximam a 400 ppm (partes por milhão, ou 0,04% do total da atmosfera) e os registros geológicos apontam que no passado foram atingidos níveis de 3.000 ppm, ou mais ainda.
Will Happer: 'horrores atribuídos ao CO2
é uma pura crença religiosa disfarçada de ciência'
Para a maioria das plantas e animais, o aumento de CO2 é um benefício. 

É largamente sabido que donos de estufas comerciais aumentam artificialmente a quantidade de CO2 até 1.000 ppm ou mais para melhorar o crescimento e a qualidade das plantas.

A análise química estrutural do trigo, do arroz, da soja, do algodão e de muitas plantas forrageiras revela que essas plantas pedem muito mais CO2 do que o existente hoje na atmosfera.

Elas, portanto, estão subnutridas de CO2 e um aumento desse gás corresponderia à boa ordem.

Para os professores, é difícil fazer a lista completa de todos os benefícios trazidos pelo CO2.

Hoje em dia, quando a escassez de alimentos e de água se faz sentir em algumas regiões de planeta, é assombroso – afirmam as duas notoriedades científicas – que pessoas que se dizem humanitárias não estejam clamando por mais CO2 em lugar de falar mal dele.

A inacreditável lista de supostos horrores que resultariam do aumento de CO2 é uma pura crença religiosa disfarçada de ciência, concluem Schmitt e Happer.

É essa “crença religiosa disfarçada de ciência” – verdadeira metafísica igualitária e neocomunista – que nós viemos denunciando no blog “Verde: a cor nova do comunismo”.

Fonte:  Blog  “Verde a cor nova do comunismo”

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Não é o fim do mundo

Não é o fim do mundo
As previsões catastróficas do IPCC são baseadas em modelos que nunca foram validados, não conseguem reproduzir o clima passado
O propósito de uma ciência física como a do clima é descrever a natureza e entender os processos físicos que a governam. No lançamento do novo SPM (Sumário para os Formuladores de Políticas Públicas), o IPCC (Painel Intergovernamental de Mudança Climática) demonstrou não seguir esse princípio.

O IPCC já nasceu errado. Foi criado em 1988 com o objetivo de provar que o homem influencia o clima, e não o de entender as causas naturais de sua variabilidade.
O SPM usa linguagem obscura, difícil até para os seus destinatários, os formuladores de políticas. E é omisso em aspectos fundamentais, como a sensibilidade climática (SCE), que relaciona o aumento esperado da temperatura global à variação da concentração de dióxido de carbono atmosférico.

A nota de rodapé 16 (pág. 11) do sumário afirma que "a SCE não pode ser dada agora devido à falta de concordância de seus valores...". O que é falta de concordância em processo físicos naturais?
Os autores parecem confessar que não sabem qual fração do aquecimento observado deve ser atribuída ao homem nem quanto o clima se aquecerá com o aumento de dióxido de carbono.
No entanto, afirmam que mais da metade do aquecimento entre 1951 e 2010 foi causada pelo homem. Afirmam que o principal controlador do aquecimento é a emissão total de dióxido de carbono e que as simulações mostram uma tendência na temperatura média global que concorda com a tendência observada (95% de certeza).

Com tais afirmações, torna-se embaraçoso explicar o atual "hiato" climático, porque a temperatura global se manteve estável nos últimos 16 anos, embora o dióxido de carbono tenha aumentado 8% e os modelos tenham projetado aumentos superiores a 1°C. As explicações são vagas, sem evidências científicas.

A redução da tendência de aquecimento observada entre 1998 e 2012, afirmam os pesquisadores, pode ser causada pela variabilidade interna do clima, que inclui redistribuição de calor nos oceanos, e pela redução do "forçamento radiativo", gerado por erupções vulcânicas e pelo decréscimo da atividade solar. Ora, é óbvio que o clima é naturalmente variável e incerto. Erupções vulcânicas são apenas uma das causas.

O IPCC confunde o leitor quando afirma que existe 95% de certeza de que mudanças na radiância solar total não contribuíram para o aquecimento global, mas que a variabilidade do ciclo solar de 11 anos influencia as flutuações climáticas decadais, em algumas regiões. A causa pode ser, também, "a contribuição de forçamentos inadequados e, em alguns modelos, uma superestimativa de resposta ao aumento de gases de efeito-estufa e outras forçantes antropogênicas" (?).

Um dos temas do terrorismo climático continua a ser o nível do mar, que aumentou 19 centímetros nos últimos 110 anos e deverá subir mais 98 em 2100. As previsões catastróficas do IPCC são baseadas em resultados de modelos que nunca foram validados, ou seja, não conseguem reproduzir o clima passado.

Existem dados confiáveis desde 1880 e, se os modelos reproduzirem o clima entre aquele ano e o presente, se terá mais confiança no que estão prevendo para o futuro. Essa tentativa foi feita pelo Instituto Goddard para Estudos Espaciais (Giss/Nasa), em 2006, que produziu um elenco de erros básicos. Para citar um apenas, ao simular o clima da Amazônia, o modelo colocou 20% de redução de chuva a menos do que o observado no período 1880-2003.

O IPCC, na realidade, não faz "previsões", e sim projeções usando cenários de emissões futuras que são fictícios, fruto da imaginação do pesquisador, e possivelmente não se concretizarão. Baseado em cenários fictícios, utiliza modelos que não representam os processos físicos que governam o clima adequadamente. Qual é sua contribuição na formulação de políticas públicas que beneficiem a sociedade?

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

‘Chuva sólida’ pode ser a solução para a seca

Um engenheiro químico mexicano afirma ter a solução para o problema da seca. Sérgio Jesus Rico Velasco desenvolveu e patenteou a “Chuva Sólida”, um pó capaz de absorver grande quantidade de água e liberar aos poucos no solo.
O material é feito de um tipo de polímero absorvente desenvolvido nos anos 1970 pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Inicialmente, o produto era usado em fraldas infantis, mas Velasco percebeu que, com algumas alterações, o produto poderia ajudar a combater a seca.

A versão criada por Velasco pode ser misturada ao solo e absorve até um litro de água com apenas 10 gramas. O engenheiro montou sua própria empresa e vem vendendo a Chuva Sólida no México há 10 anos. O governo do país afirma que o produto amplia a colheita em 300%. Com o crescente temor da falta d’água, a venda da Chuva Sólida aumentou e a empresa já exporta o produto para locais áridos da Austrália e da
Índia.




http://opiniaoenoticia.com.br/economia/negocios/chuva-solida-pode-ser-a-solucao-para-a-seca/

sábado, 31 de agosto de 2013

Apagão: o amanhã ninguém sabe…


O apagão de ontem (28), foi o terceiro no Nordeste apenas nos últimos 12 meses. As justificativas governamentais são tão imprecisas quanto “erro humano” ou “queimada”. Uma vez algo imprevisível pode ocorrer, mas três vezes, e em tão pouco tempo é no mínimo estranho. Temos uma rede elétrica tão exposta assim às intempéries?

Disponibilidade de energia é um dos principais fatores para o crescimento econômico de um país e essa importância fulcral dispensa explicação. E o que estamos fazendo para isso? Segundo o Sistema Interligado Nacional (SIN) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos últimos 12 anos o Brasil aumentou a capacidade instalada da matriz energética em 4 mil MW, em média por ano. Pode parecer muito, mas é pouco

Segundo esses mesmos órgãos, para que o Brasil possa crescer na casa dos 4% (o que não seria algo tão extraordinário assim) precisamos aumentar esse número para 6 mil MW por ano, em média, até 2021. Ou seja, precisamos incrementar em 50% nosso crescimento, isso não é fácil. (Todo esse aumento faz-se necessário até para uma população que consome, em média, pouquíssima energia, como a brasileira. Para efeito de análise, segundo Carlos Portela da UFRJ, o consumo médio do brasileiro em 2005 era o mesmo de um americano em 1943!)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Não podemos sacrificar bombeiros por meia dúzia de pinheiros ou eucaliptos

Dirigente considera que não há falta de meios, mas sim falta de coordenação que põe em risco a vida dos bombeiros.

A Associação de Bombeiros Profissionais diz que a estratégia de combate aos incêndios está errada. Fernando Curto alega que não há falta de meios no terreno, mas falta de coordenação que põe em risco a vida dos bombeiros.

“Nós não podemos sacrificar bombeiros por meia dúzia de pinheiros ou eucaliptos, que são do Estado ou de privados que não tomam contam deles. Depois pomos os bombeiros a extinguir estes incêndios correndo risco de vida… deixem arder”, disse à Renascença.

“É preciso repensar urgentemente a estratégia de comando. Os incêndios estão a ocorrer, segundo as imagens da televisão, em locais íngremes e de difícil acesso. Como é que um bombeiro pode, num curto espaço de tempo, fugir ou salvaguardar-se se de facto houver mudança de vento ou uma situação anormal de temperatura”, questiona Fernando Curto. 

A acusação surge um dia depois de uma jovem operacional ter morrido no combate a um incêndio na Serra do Caramulo. É a terceira vítima mortal no último mês. Neste caso, uma mulher que pertencia à corporação de bombeiros de Alcabideche. 

Há um quarto internado em estado grave na unidade de queimados Hospital de São João, no Porto, com "prognóstico muito reservado", disse à Lusa fonte hospitalar.

Mais de 900 bombeiros no terreno Há sete incêndios activos em Portugal, sendo os distritos de Viseu e Vila Real os mais afectados. 

Mais de 900 bombeiros estão envolvidos no combate às chamas. 

Só na quinta-feira, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) registou 235 incêndios, que foram combatidos por 4.047 operacionais, com o auxílio de 1.085 veículos.

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=119328

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Check-list: Manutenção Predial


PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

01
Poças de água no terreno
Verifique, depois que parar de chover, se o terreno apresenta poças de água dispersas
02
Acumulo de água na base ou sobre a calçada
Após parar de chover verifique se há água acumulada na base da edificação junto ou sobre as calçadas
03
Áreas específicas do terreno mais úmidas que o entorno
Observe se aparece alguma área do terreno que aparentemente está mais úmida que as outras. Verifique a extensão da mancha e tente localizar se há alguma fonte de água próxima a ela, principalmente instalações hidro-sanitárias.
04
Tubulações expostas em quintais ou jardins apresentando fissuras ou rupturas nas conexões ou ao longo do tubo.
Inspecione, periodicamente e sobre tudo no verão, tubos e conexões existentes no exterior, tanto aparentes quanto subterrâneas. Faça uma inspeção, também, periódica na caixa de entrada do abastecimento da rua e certifique-se que não há vazamento nem poças d’água dentro da caixa do hidrante.
05
Empoçamento ou maior umidade embaixo ou próximo de torneiras na área externa.
Do mesmo modo que verificou as tubulações prossiga a inspeção e observe se as torneiras da área externa estão pingando ou se há empoçamento de água embaixo das instalações da mesma.
06
Fios ou cabos aéreos de eletricidade ressecados ou desencapados
Normalmente do poste da rua até sua casa existem cabos de abastecimento de energia elétrica aéreos. Inspecione-os, ainda que sem se aproximar muito. Verifique se os mesmos apresentam superfície uniforme ou se aparecem fissuras ou estão soltando partes de seu revestimento
07
Rupturas e fendas na junção da parede com a calçada
Observe se ao longo do encontro da base das paredes com as calçadas se aparecem gretas, fendas ou buracos.
08
Manchas na parte inferior da parede, próxima à base.
Verifique se aparecem na superfície inferior da parede externa recém pintada pequenas manchas arredondadas ou ligeiramente escorridas normalmente de coloração diferenciada da pintura da parede.
09
Danificação da alvenaria da parte inferior da parede próxima a base.
Verifique se o trecho inferior da parede externa está deteriorado, apresentando pequenos buracos ou brocas irregulares porém. em uma zona formando uma barra ou uma fendas alargada pouco profunda.
10
Manchas escorridas sobretudo abaixo de cornijas ou de peitoris de janelas
Verifique abaixo das cornijas ou peitoris de janelas se aparecem manchas verticais mais escuras que a pintura como se estivesse escorrido algo.
11
Áreas com reboco alveolizado
(regiões frias)
Verifique se a parede apresenta trechos de reboco se destacando em pequenas placas arredondadas formando pequenas cavidades, semelhantes a alvéolos.
12
Manchas escuras contínuas ao longo das paredes externas a sul
Observe se as paredes voltadas para o quadrante sul apresentam manchas escuras generalizadas, principalmente se tornando mais escuras na base ou nas partes altas.
13
Manchas de umidade
Verifique nas fichas DU – Diagnóstico de umidade - o tipo de mancha e as providências a serem tomadas.
14
Áreas com reboco pulverizado
Verifique se a parede apresenta trechos de reboco degradado coberto por um pó branco
15
Áreas com reboco descolando em placas
Verifique se a parede apresenta trechos de reboco se destacando em placas, apresentando indícios de pó branco nos trechos soltos.
16
Manchas Escuras nas paredes externas, principalmente, na voltada para a rua
Observe, se a edificação apresenta manchas escuras sobre as fachadas, especialmente na parte mais baixa e nas cantarias. Essas manchas ocorrem com mais freqüência na fachada voltada para a rua
17
Descontinuidade na superfície da parede
Observe as fissuras e rachaduras encontradas nas paredes e pisos. Verifique nas fichas DL – Diagnóstico de lesões, o tipo da lesão e as providências a serem tomadas.
18
Descascamento da pintura
Verifique as superfícies pintadas e observe se existe descolamento da pintura. E se este se resume à camada de pintura ou se há reboco solto.
19
Manchas amareladas
Observe se as paredes apresentam manchas irregulares, de cor amarela, sobre as superfícies pintadas.
20
Aparecimento de bolhas superficiais
Observe se a pintura das paredes está lisa ou se apresenta bolhas que estouram quando apertadas..

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

01
Vegetação na Cobertura
Verifique cuidadosamente, se existem plantas crescendo sobre as telhas ou enraizadas nas calhas ou nas peças do telhado, principalmente nos beirais, rincões e cunhais.
02
Manchas esverdeadas aderente na superfície das paredes, principalmente, na base
Observe se aparecem manchas esverdeadas com uma superfície um pouco brilhante, aderente à base e subindo sobre o revestimento da parede.
03
Fungos e mofos em trechos específicos da parede
Verifique se a parede apresenta alteração na cor ou crescimento de fungos ou mofos em determinados pontos da sua superfície
04
Manchas escuras na base das paredes externas
Observe se aparecem manchas escuras e presença de umidade nas partes baixas da parede e se existe próxima alguma vegetação que possa estar criando sombra nessa área da parede.
05
Manchas escuras ao longo das paredes externas.
Observe se aparecem manchas escuras ao longo da parede acentuando-se em áreas mais altas, verifique se existe próxima a ela alguma árvore de médio ou grande porte cuja copa possa estar produzindo sombra, e impedindo que o sol atinja essa área da parede.
06
Fissuras ou abaulamento no piso de calçadas
Observe se aparecem abaulamento e ou fissuras na superfície do piso das calçadas ao redor da casa. Verifique, então, se existe árvore próxima e se suas raízes, ainda que subterrâneas estão se dirigindo por baixo da calçada para o edifício.
07
Fissuras na base das paredes exteriores.
Verifique se aparecem fissuras verticais na base da parede, apresentando maior abertura na parte mais baixa. Verifique, então, se existe árvore próxima a edificação e se suas raízes, ainda que subterrâneas estão se dirigindo para o edifício.
08
Excremento de pássaros na parte alta das paredes, nos beirais, cornijas e vergas.
Observe se existem traços de excremento de pombos ou outros pássaros e penas soltas na parte alta das paredes, nos beirais, cornijas e vergas.
09
Pequenos buracos e descontinuidade na base das paredes
Observe se aparece na base das paredes externas buracos ou fendas que se insinuam entre a terra e o material da parede.
10
Galerias ou caminhos de cupim sobre as paredes
Verifique se aparecem galerias de cupins de solo sobre as parede. Estes caminhos são, facilmente, identificáveis pois aparecem como uma linha escura sobre a superfície da parede. Rompa diferentes trechos da galeria para verificar se existem cupins vivos e ativos no seu interior.
11
Fungos liquens e bactérias na fachada ou sobre elementos de decoração
Verifique se as paredes das fachadas apresentam alterações na cor ou crescimento de fungos ou mofos na superfície, assim como nos elementos de decoração nelas existentes.



01
Fios de eletricidade descobertos ou envelhecidos
Observe, periodicamente, toda fiação da casa se os fios se apresentam íntegros ou se estão ressecados com fissuras ou perdendo o capeamento em determinados trechos.
02
Infiltração de água no quadro geral ou em caixas de passagem
Verifique, periodicamente, o estado geral do quadro de luz e das caixas de distribuição. Se estas apresentam oxidação de algumas partes; se a parede ao redor está seca ou se apresenta vestígios de umidade. Nesse último caso procure identificar, imediatamente, a origem dessa água que pode estar se infiltrando na parede.
03
Vazamento de água ou infiltração em tomadas interruptores ou pontos de luz
Verifique periodicamente, o estado geral de tomadas, interruptores e pontos de luz. Observe se a parede ao redor destes se encontra seca ou se apresenta vestígios de umidade. Nesse último caso procure identificar, imediatamente, a origem dessa água que pode estar se infiltrando na parede ou no forro.
04
Instalações elétricas defeituosas, sem isolamentos corretos
Certifique-se que as instalações elétricas de sua casa estão corretamente executadas. Caso ocorra algum curto circuito, provavelmente, deve haver algum problema nas instalações. Chame um técnico para verificar a origem exata do curto circuito.
05
Sobre carga em circuitos
Certifique-se que as instalações elétricas de sua casa estão corretamente executadas ou se não existe sobrecarga em determinado circuito, pela adição de novos equipamentos que consomem mais energia que a carga máxima admissível para ele.
06
Fusíveis ou chaves danificadas
Verifique a integridade dos fusíveis ou chaves automáticas. Quando disparar uma chave automática verifique se houve curto circuito ou sobrecarga. Certifique-se, também, da carga necessária para o funcionamento delas assim e que estão corretamente instaladas.
07
Máquinas que representem risco
O proprietário pode ter instalado e estar utilizando, em sua casa máquinas como serra, maquinas de solda, e outras, que produzem faísca no seu funcionamento. Tome todas as precauções de segurança na sua utilização.
08
Obras no imóvel
Durante obras no edifício podem ser instaladas máquinas como serra, maquinas de solda, e outras, que produzem faísca no seu funcionamento. Tome todas as precauções de segurança na sua utilização.
09
Material inflamável, principalmente,produtos químicos.
Durante obras de restauração e de pintura a maioria dos produtos químicos utilizados são inflamáveis. Obedeça às indicações dos fabricantes sobre segurança, armazenamento e utilização.
10
Inexistência de pára-raios
Verifique se nas redondezas de sua casa ou nela própria existem instalados antenas ou elementos de pára-raios.
11
Vegetação rasteira crescida no entorno da casa.
No verão essa vegetação, principalmente, grama ou capim, resseca e o próprio atrito entre suas folhas pode provocar combustão, quando a umidade relativa do local é baixa. Outros riscos são faíscas pontas de cigarro ou mesmo vandalismo.



01
Telhas quebradas ou corridas
Observe se existem telhas quebradas e deformações nos panos de cobertura e na cumeeira.
02
Vegetação na cobertura
Verifique cuidadosamente, se existem plantas crescendo sobre as telhas ou enraizadas nas calhas ou nas peças do telhado, principalmente nos beirais, rincões e cunhais.
03
Presença de galerias de cupim de terra.
Conhecido também como cupim de solo. Percorra o telhado, verificando se existem galerias de cupim sobre as empenas ou sobre as peças de madeira. Perfure-as com um estilete, em diversos pontos, para ver se estão firmes e sólidas. Abra as galerias e verifique se existem cupins vivos e ativos. Observe a presença de asas ou insetos mortos.
04
Presença de pequenas bolas de cor marrom ou claras, abaixo das peças da estrutura
Cupim de madeira seca. Verifique se sobre o piso do sótão ou sobre as partes horizontais das peças de madeira existem pequenas bolas marrons. Olhe as peças que ficam imediatamente acima e perfure-as com um estilete, em diversos pontos, para ver se estão firmes e sólidas . Observe asas e insetos mortos.
05
Presença de pó branco abaixo das peças ou ao lado e também pequenas perfurações circulares na madeira.
Conhecido também como broca. Verifique a existência do pó sobre o piso ou as peças mais baixas da estrutura. Olhe as peças superiores e com um estilete fure-as em diversos pontos, para verificar se estão atacadas.
06
Excremento e penas de pombo ou vestígios de outros animais.
Observe se existem traços de excremento de pombos e penas soltas sobre o forro, na estrutura, nas calhas e nos tubos de queda. Verifique se existem aberturas no telhado que permitam o acesso dos pombos.
07
Presença de fungos
Verifique se a madeira apresenta alteração na cor, crescimento de mofos ou cogumelos na superfície, cheiro forte e amolecimento de trechos da peça. Verifique ainda pela penetração de estilete se a peça foi atacada. Descubra a fonte de umidade.
08
Perda dos encaixes das peças principais
Verifique as peças do telhado cuidadosamente, para ver se estão em bom estado e se todos os encaixes estão intactos.
09
Apodrecimento das peças devido à umidade
Dê especial atenção às peças embutidas nas alvenarias ou em contato com ela. Elas poderão estar úmidas, com cor alterada ou ainda com presenças de fungos.
10
Calhas e condutores entupidos ou furados
Inspecione as calhas e condutores de águas pluviais para ver se estão limpos e desobstruídos. Verifique se estão bem fixados e se as paredes vizinhas estão impermeabilizadas. Se as calhas estão bem dimensionadas, se têm caimento suficiente e se este está dirigido para os condutores de descida.
11
Fiação elétrica danificada
Verifique se há fios sem isolamento ou fora dos eletrodutos e caixas de passagem enferrujados. .
12
Reservatórios com vazamento
Verifique a integridade da impermeabilização do reservatório, as conexões e condutores de alimentação e distribuição, para identificar possíveis vazamentos. Verifique também os encaixes e ligações e as bóias de controle do volume de água.
13
Inclinação incorreta do telhado.
Observe se ocorre estagnação de águas próxima às áreas das calhas ou entre as telhas.
14
Falta de “grampeamento” das telhas
Verifique se existem grampos metálicos soltos sob o telhado ou sobre o forro.
15
Arqueamento de peças
Verifique as peças do telhado para ver se estão arqueadas, devido a sobrecargas.
16
Rachaduras nas argamassas de cravejamento
Verifique os pontos em que as telhas são cravejadas com argamassa, - cumeeira, panos de telhado, rufos. Anote se a argamassa se encontra fissurada.
17
Falta de ventilação no desvão do telhado
Verifique se existe circulação de ar no desvão do seu telhado.
18
Rufos danificados
Verifique se as argamassas de aderência e as telhas se encontram íntegras



01
Manchas de umidade
Verifique nas fichas DU – Diagnóstico de umidade - o tipo de mancha e as providências a serem tomadas.
02
Fungos e mofos
Verifique se a parede apresenta alteração na cor ou crescimento de fungos ou mofos na superfície.
03
Áreas com reboco pulverulento
Verifique se a parede apresenta trechos de reboco degradado coberto por um pó branco
04
Áreas com reboco descolando em placas
Verifique se a parede apresenta trechos de reboco se destacando em placas, apresentando indícios de pó branco nos trechos soltos.
05
Descontinuidade da superfície
Observe as fissuras e rachaduras encontradas nas paredes e pisos. Verifique nas fichas DL - Diagnóstico de lesões, o tipo da lesão e as providências a serem tomadas.
06
Descascamento da pintura
Verifique as superfícies pintadas e observe se existe descolamento da pintura. E se este se resume à camada de pintura ou se há reboco solto.
07
Manchas amareladas
Observe se as paredes apresentam manchas irregulares, de cor amarela, sobre as superfícies pintadas.
08
Aparecimento de bolhas
Observe se a pintura das paredes está lisa ou se apresenta bolhas que estouram quando apertadas.

LADRILHOS HIDRAULICOS
01
Peças quebradas ou ausentes
Verifique cuidadosamente se existem ladrilhos hidráulicos quebrados no seu imóvel. Observe principalmente as quinas dos degraus.
02
Manchas de umidade
Observe se aparecem manchas escuras em alguns trechos do piso, geralmente próximo às áreas de rejuntamento e nas áreas junto às paredes.
03
Rejuntamento danificado
Verifique se os rejuntamentos das peças estão íntegros.
04
Peças soltas
A verificação é fácil. Ao caminhar sobre as peças elas se deslocam e em alguns casos estão visivelmente soltas.
TIJOLEIRA
05
Mofos e fungos
Observe se o piso do seu imóvel apresenta alteração na cor, crescimento de fungos, cheiro forte característico ou presença de mofo.
06
Peças quebradas
Verifique cuidadosamente se existem peças deste piso quebradas no seu imóvel.
07
Manchas de umidade
Observe se aparecem manchas escuras em alguns trechos do piso, geralmente próximo às áreas de rejuntamento.
08
Rejuntamento danificado
Verifique se o rejuntamento das peças está íntegro.

MÁRMORE
09
Pedras quebradas ou faltantes
Verifique cuidadosamente se existem pedras quebradas no seu imóvel. Observe principalmente as quinas dos degraus.
10
Rejuntamento danificado
Verifique se o rejuntamento das pedras está íntegro.
11
Manchas de umidade
Observe se aparecem manchas escuras em alguns trechos do piso, geralmente próximo às áreas de rejuntamento.
12
Pedras soltas
A verificação é fácil. Ao caminhar sobre as pedras elas se deslocam e em alguns casos estão visivelmente soltas. Anote na sua ficha o local onde este problema foi encontrado.
13
Manchas de ferrugem
Observe se aparecem manchas avermelhadas nos pisos das escadas, especialmente nos locais próximos ao gradil.
TABUADO
14
Presença de galerias de cupim de terra
Conhecido como cupim de solo. Sua presença pode ser notada nas alvenarias próximas ao piso e nas tábuas. Perfure o piso com um estilete, em diversos pontos, para ver se estão firmes e sólidas. Abra as galerias e verifique se existem cupins vivos e ativos. Verifique a presença de asas e insetos mortos.
15
Presença de pequenas bolas na cor marrom, abaixo das peças da estrutura.
Cupim de madeira seca. Com cuidado retire uma ou duas tábuas para verificar os barrotes que sustentam o piso. Este procedimento deve ser realizado se os barrotes estão escondidos pelo forro do pavimento inferior. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas. Verifique a presença de asas e insetos mortos.
16
Presença de pó branco abaixo das peças ou ao lado e também pequenas perfurações circulares na madeira.
Significa que o seu piso está atacado por broca. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas.
17
Presença de cupim nos barrotes
Observe o piso e anote se encontrar irregularidades no nivelamento.Com cuidado retire uma ou duas tábuas para verificar os barrotes que sustentam o piso. Este procedimento deve ser realizado se os barrotes estão escondidos pelo forro do pavimento inferior. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas.
18
Apodrecimento das peças devido à umidade
Observe o piso e anote se encontrar irregularidades no nivelamento.Dê especial atenção as peças embutidas ou em contato com as alvenarias. Elas poderão estar úmidas, com cor alterada ou ainda com presenças de fungos. Outro local que merece atenção são as áreas próximas às janelas e portas, que podem durante os períodos de chuvas intensas permitir a entrada de água.
19
Arqueamento de peças
Observe se ocorrem áreas onde seja visível a irregularidade de nivelamento ou que apresentam fissuras. Verifique os barrotes para ver se estão arqueados devido a sobrecargas.

20
Mofos e fungos
Verifique se o piso apresenta alteração de cor, crescimento de fungos ou mofos na superfície e se ha cheiro forte e característico.
21
Rejuntamento danificado
Verifique se os rejuntamento das tábuas está íntegro.
DEGRAUS
22
Pisos e espelhos das escadas danificados.
Verifique o material utilizado nas escadas do seu imóvel. De acordo com o problema identificado, oriente-se segundo o tipo de material, apresentado acima.
06
Arqueamento de peças
Observe o forro e anote se encontrar irregularidades no nivelamento. Em caso de forros pintados, observe se no chão existem fragmentos da pintura. Com cuidado retire uma ou duas tábuas do forro para verificar se os barrotes estão arqueados, devido a sobrecargas.




01
Presença de galerias de cupim de terra.
Conhecido como cupim de solo. Sua presença pode ser notada nas alvenarias próximas ao forro e na sua estrutura. Perfure as peças do forro com um estilete, em diversos pontos, para ver se estão firmes e sólidas. Abra as galerias e verifique se existem cupins vivos e ativos. Verifique a presença de asas e insetos mortos
02
Presença de pequenas bolas na cor marrom, abaixo das peças da estrutura.
Cupim de madeira seca. Com cuidado retire uma ou duas tábuas do forro para verificar os barrotes que o sustentam. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas.Verifique a presença de asas e insetos mortos.
03
Presença de pó branco abaixo das peças ou ao lado e também pequenas perfurações circulares na madeira.
Broca. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas.
04
Presença de cupim nos barrotes
Observe o forro e anote se encontrar irregularidades no nivelamento. Em caso de forros pintados, observe se no chão existem fragmentos da pintura. Com cuidado retire uma ou duas tábuas do forro para verificar os barrotes de sustentação. Este procedimento deve ser realizado se os barrotes estão escondidos. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas.
05
Apodrecimento das peças devido à umidade
Dê especial atenção as peças embutidas ou em contato com as alvenarias. Elas poderão estar úmidas, com cor alterada ou ainda com presença de fungos. Merecem atenção também as áreas próximas às janelas e portas, que podem durante os períodos de chuvas intensas permitirem a entrada de água.

06
Arqueamento de peças
Observe o forro e anote se encontrar irregularidades no nivelamento. Em caso de forros pintados, observe se no chão existem fragmentos da pintura. Com cuidado retire uma ou duas tábuas do forro para verificar se os barrotes estão arqueados, devido a sobrecargas.
07
Mofos e fungos
Verifique se a madeira apresenta alteração na cor, crescimento de mofos ou fungos na superfície, cheiro forte ou amolecimento de trechos da peça.
08
Rejuntamento danificado
Verifique se o rejuntamentos das tábuas está íntegro.
09
Descolamento de pintura decorativa
Observe se existem descolamentos da pintura do forro, ou se esta apresenta bolhas. Verifique se no piso aparecem fragmentos desta pintura.
10
Instalação elétrica danificada
Verifique se há fios sem isolamento ou fora dos eletrodutos e se existem caixas de passagem enferrujadas.

01
Presença de galerias de cupim de solo.
Conhecido como cupim de solo. Pode ser verificado nas alvenarias próximas aos vãos e nas esquadrias. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas. Abra as galerias e verifique se existem cupins vivos e ativos. Verifique a presença de asas e insetos mortos.
02
Presença de pequenas bolas na cor marrom, junto à esquadria.
Cupim de madeira seca. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas. Verifique a presença de asas e insetos mortos.
03
Presença de pó branco abaixo das esquadrias e também pequenas perfurações circulares na madeira.
Broca. Com um estilete fure as peças de madeira para verificar se estão atacadas.
04
Apodrecimento das peças devido à umidade
Dê especial atenção as peças embutidas nas alvenarias ou em contato com ela. Elas poderão estar úmidas, com cor alterada ou ainda com presença de fungos.
05
Mofos e fungos
Verifique se a madeira apresenta alteração na cor, crescimento de mofos ou cogumelos na superfície, cheiro forte e amolecimento de trechos da peça, verificado pela penetração de estilete.

06
Esquadrias empenadas
As peças de madeira das esquadrias incham com a umidade, deixando de fechar adequadamente.
07
Rejuntamento dos vidros danificado ou faltante.
Verifique os rejuntamentos dos vidros anotando se encontrar áreas com perda de material ou se este se encontra com fissuras devido a retratação.
08
Vidros quebrados ou faltante
Observe se as esquadrias apresentam vidros quebrados ou rachados ou falta de vidros.
09
Pintura em mau estado
Verifique se as esquadrias apresentam enrugamento da pintura, descolamento ou bolhas. Dê especial atenção as esquadrias externas.
10
Ferragens oxidadas ou danificadas
Verifique se as ferragens estão completas, em perfeito funcionamento e não têm oxidação ou excesso de tinta.
11
Ferrugem em bandeiras e gradis
Verifique se as bandeiras e gradis estão completos, em perfeito funcionamento e não têm oxidação ou excesso de tinta.
VÃOS
12
Fissuras e quebra das molduras em massa
Observe se as molduras não apresentam fissuras ou partes quebradas. Verifique também se as partes em contato com a parede estão integras, principalmente na parte superior.
13
Perda ou quebra de molduras de cantaria
Observe se as molduras não apresentam fissuras ou partes quebradas. Verifique também se as partes em contato com a parede estão integras, principalmente na parte superior.
14
Fungos e mofos em cantaria
Verifique se as áreas de cantaria apresentam fungos ou mofos incrustado na pedra.
15
Pingadeiras entupidas ou faltantes
Verifique se os peitoris das janelas possuem pingadeiras e se estas estão desentupidas e funcionando perfeitamente.
16
Inclinação do peitoril e soleira incorreta
Verifique se os peitoris das janelas e as soleiras das portas possuem inclinação em direção ao exterior.
17
Infiltração nos rejuntamentos dos peitoris
Verifique se o rejuntamento de argamassa entre os peitoris e as paredes estão em bom estado e sem infiltrações.